Prefeito Paulo Cezar na luta por um transporte urbano de qualidade
Foto / Amilton André - ASCOM
Devido à paralisação dos rodoviários da empresa de transporte urbano VSA, o Prefeito Paulo Cezar se reuniu em seu gabinete com os donos das empresas Cidade Alagoinhas e Xavier, também prestadoras de serviço no município e com representantes dos Sindicatos dos Rodoviários do Estado da Bahia – STROBA e dos Transportes Coletivos e Urbanos de Alagoinhas – SINDETCURA, para discutir sobre a paralisação dos servidores da VSA, traçar estratégias para a moralização, legalização do sistema de transporte e a melhoria das condições de trabalhos oferecidas pela referida empresa. De acordo com Hélio Ferreira, tesoureiro do STROBA, a paralisação dos trabalhadores prestadores de serviço da VSA aconteceu devido ao descumprimento do acordo anual feito entre a empresa e seus funcionários, como pagamento de salários, ticket alimentação, plano de saúde, fardamento, rescisões, férias, INSS, FGTS, além das mensalidades sindicais, entre outros. “Praticamente nenhuma convenção coletiva não está sendo cumprida pela VSA, os trabalhadores estão passando por um momento difícil, muitos não estão tendo como tirar o seu sustento por falta de salários”, comentou Hélio Ferreira. O prefeito Paulo Cezar disse que a população de Alagoinhas e os trabalhadores não podem pagar pela irresponsabilidade da VSA e que vai fazer o possível para que o sistema de transporte coletivo seja moralizado e legalizado. “Esta não é a primeira vez que nos sentamos para tentar solucionar o descaso da VSA com a população de Alagoinhas e caso a empresa não atenda o que rege o acordo de cooperação, vamos tomar as medidas cabíveis. Não medirei esforços para melhorar as condições de trabalho e possibilitar junto às empresas qualidade nos serviços prestados para população”, garantiu o Prefeito. Ficou decidido que as empresas que possuem a concessão irão provisoriamente substituir as linhas operadas pela VSA, para suprir as necessidades da comunidade. Caso a empresa não atenda às reivindicações dos trabalhadores poderá perder a concessão da linha, que será assumida por outra empresa.