No terreno de senhor Arlindo Santos moram 14 pessoas. Todos familiares. O quintal é extenso e apesar da quantidade de coisas encontradas no espaço, nenhum foco de mosquito. Tudo limpo e organizado. “A gente tem que cuidar. Aqui não tem mosquito não. A gente se preocupa com a saúde”, disse ele aos agentes que faziam a visita na propriedade no Bairro Barreiro de Cima.

Foto: Helane Aragão / SECOM
Já na casa de dona Maria Senhorinha da Conceição, em Nova Brasília, a situação era outra. Ela disse que não sofre com os mosquitos e que tem um mosquiteiro que nem usa mais, mas em um pequeno vaso esquecido no quintal foram encontradas larvas do Aedes, rapidamente, eliminadas. Dona Maria se queixou de coceira no corpo, febre e muita moleza e foi orientada a procurar o posto de saúde mais próximo.

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A equipe dos agentes de endemias, da Vigilância Epidemiológica, cumpre ciclos de visita a cada 45 dias nas comunidades. Procuram por focos, elimina-os quando encontrados e orientam os moradores em relação à prevenção. Em Alagoinhas, entre os meses de janeiro e outubro deste ano foram notificados 44 casos de Dengue (com 10 confirmações e 34 aguardando resultados), 38 casos de Chikungunya e 1.238 casos de Zica Vírus.

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Os agentes continuam com ações no tratamento de depósitos que possam acumular água, além de fornecer orientações para prevenção dessas doenças. Segundo a coordenadora dos programas de endemias, Rusely Almeida muitos agentes encontram dificuldade no acesso às residências. “O trabalho de prevenção dos focos depende do envolvimento de todos e, principalmente, da presença dos agentes. É de extrema importância porque são eles responsáveis pelas inspeções. Com esse trabalho conjunto conseguiremos controlar o mosquito”, concluiu.

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Fonte: SECOM – Secretaria de Comunicação
Publicado por: SECOM